Link patrocinado: se for pra pagar, que seja para gerar negócio

Link patrocinado: Ilustração de carrinho de compras e computados

Resolvo estudar sobre tudo que não sei responder. Mesmo não tão amiga dos números, percebi que precisava ter uma relacionamento cordial com eles para atuar com gestão, mídia e relatório. Nessa oportunidade, me aproximei dos conhecedores de Business Intelligence e Ads para saber qual o melhor caminho a seguir. Eis o que aprendi nos últimos tempos sobre o universo de PPC ou link patrocinado.

1 – Pagar para anunciar no Google não é suficiente

Em tempos de enxugar orçamento, é comum perceber a verba migrando da comunicação tradicional para as mídias digitais. Com graus diferentes de entendimento sobre as possibilidades da internet, os clientes surgem com objetivos diversos. Aparecer na primeira posição do Google é o desejo de 10 entre 11 anunciantes neófitos.

Além de não ser viável, já que o anúncio está submetido a regras de leilão, o desejo revela fragilidade no objetivo do investimento. É que pagar para aparecer na primeira posição do Google é como colocar propaganda no horário do Jornal Nacional. É bonito, impactante para a marca, mas não significa venda.

Se o objetivo for apenas visibilidade, OK. Pode parar esse tópico por aqui. Mas como sei que dinheiro não nasce em árvore, sugiro continuar.

A grande vantagem da internet é sua capacidade de mensuração. Os especialistas em link patrocinado são capazes de entregar dados reais de conversão. Mais do que o número de visitantes na sua página, você pode saber:

  • Quantos viram seu anúncio e ligaram para sua empresa
  • Quantos viram seu anúncio e preencheram um formulário de contato
  • Quantos viram seu anúncio e compraram seu produto no site

Otimizar a verba de links patrocinados passa por conhecer os objetivos do negócio e continuar amigo dos números para calcular o retorno sobre o investimento.

 

2 – Facebook não é só uma rede social é um veículo de mídia

Assistindo uma palestra do Bruno Belardo (Client Partner do Facebook), em junho desse ano, me senti contemplada quando ele disse que like não é garantia de venda. Falando para uma plateia de empreendedores de ecommerce, ele explicava que a grande vantagem do Facebook é podem se relacionar (atrair, vender, fidelizar) de forma altamente segmentável.

Com mais de 89 milhões de brasileiros, a rede reúne o mair número de usuários. É possível entregar seu anúncio de acordo com os interesses (musicais, literários, políticos), idade, cargo, cep (…). Dá ainda para saber se o visitante voltou ao seu site, por qual página entrou e um monte de outras possibilidades.

3 – O tempo do banner está acabando

Esse deveria ter sido o primeiro item, mas está aqui pelo meio para não chatear os mais tradicionais. Assim como os anúncios de página dupla do jornal, os banners estão minguando no interesse do anunciante. Já tem celular vindo com bloqueador automático eles. O que significa!? Significa que é hora de preparar a mudança. Cada vez mais a experiência de compra estará associada aos relacionamento e a ao conteúdo personalizado (texto, foto, vídeo, arte).

(Preciso falar de Marketing de Conteúdo em breve)

4 – Conteúdo e link patrocinado devem andar juntos

Detalhando o item acima, o comportamento do usuário digital (leia-se todo mundo que tem smartphone) mostra que mais do que a marca, a busca é pela conversa entre pessoas. O que chama atenção não é a logo, mas a experiência que a empresa proporciona para as pessoas, suas amigas e seus grupos de relacionamento. Conversar sobre as vantagens da camisa UVA/UVB é mais relevante do que apenas gritar COMPRE AGORA, COMPRE JÁ!

5 – Estabeleça amizade sincera com os números

E aqui compartilho a minha saga. Entender de comunicação é também entender de números. Regra de 3, cifras, porcentagem, gráficos de pizza e de barra devem nos acompanhar pela era duradoura da internet. Se não pode com eles, junte-se a eles.

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